quinta-feira, 6 de novembro de 2025

COP 30

Importante chamada do blogue Vespeiro para mais uma excentricidade do presidente do Brasil Lula da Silva no âmbito da realização da cimeira mundial COP30

De volta

Este blogue esteve muito tempo parado. Esquecido. Mas não foi destruído como a estátua de Maria da Fonte no centro de Luanda em 1975. O monumento celebrava os heróis da I Guerra Mundial, mas a política belicista que se impôs no processo de independência de Angola colocou em seu lugar um tanque de guerra. 

Toda a temática da primeira vida do blogue esteve assim muito ligada à divulgação de atitudes políticas oficiais angolanas contra Portugal que se manifestavam através de discursos de ódio em editoriais publicados no Jornal de Angola. Todas as ligações a essas publicações que constam deste blogue foram apagadas na sua origem, mas deixo intactos os textos e respectivas chamadas à coluna dos editoriais do Jornal de Angola.

Inicia-se hoje uma segunda fase deste blogue. Não tanto virada para as relações de Portugal com o mundo lusófono, mas com uma atenção muito concentrada nos problemas mundiais e também na vida de todos os dias no contexto nacional. 

Maria Leitão

( Jornalista com carteira profissional nº 414)

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Ponte na Estrada de Ferro Uganda Feita de Aço Americano e construído sob direção americana, África

Esta fotografia, tirada na África oriental nos primeiros 25 anos do século XX, é da Coleção de Frank e Frances Carpenter na Biblioteca do Congresso. Frank G. Carpenter (1855-1924) foi um escritor Americano de livros sobre viagens e geografia mundial cujas obras ajudaram a popularizar a geografia e a antropologia cultural nos Estados Unidos nos primeiros anos do século XX. Composta de fotografias tiradas e reunidas por Carpenter e sua filha Frances (1890-1972) para ilustrar seus escritos, a coleção inclui um número estimado em 16.800 fotografias e 7.000 negativos em vidro e filme. O reino Africano de Buganda tornou-se protetorado Britânico em 1894. Usando mão-de-obra importada principalmente da Índia, os Britânicos construiram a Ferrovia de Uganda entre 1896 e 1901. O trajeto inicial da linha era da cidade portuária de Mombasa, Quénia, até Kisumu, Quénia, na costa oriental do Lago Vitória. A legenda desta fotografia destaca uma contribuição Americana ao projeto. FONTE. Biblioteca Digital Mundial





 

domingo, 22 de maio de 2016

Portugal na Balança da Europa de Garrett, uma gramática de Vieira e uma parte da História de Portugal

A Gramática do Padre António Vieira é um dos muitos livros que pode ser consultado na Biblioteca Digital Mundial numa edicão em inglês: A portuguese Grammar: with the portuguese words publicada em 1827. Mas vale a pena consultar com detalhe Portugal na Balança da Europa escrito por Almeida Garrett, publicado no Porto em 1867 pela editora EM CASA DA VIUVA MORÉ, na Praça de D. Pedro.
 

 
E já agora porque não descobrir factos com muito importantes da Histoire du Portugal et de ses colonies , um livro da autoria de Auguste Bouchot, publicado em Paris em 1854, editado por Librerie de L. Hachette & Ca.    
 
 

Fonte: Biblioteca Digital Mundial - Livros sobre Portugal                                 


A Formação do Império Colonial Português

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planeamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. A formação do Império Colonial Português é o número 115 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento.
Fonte:Biblioteca Digital Mundial

sábado, 9 de abril de 2016

Angola: a invenção do ódio (IX)

Angola acaba de pedir ajuda ao FMI. Fala-se de um empréstimo de 1,5 mil milhões de dólares que envolverá um pacote negociado de sugestões de reformas na economia. Ainda assim, as autoridades angolanas chamam-lhe "ajuda técnica" e perante notícias em Portugal que optaram por dar à negociação o nome de resgate, o Jornal de Angola saiu à rua com o habitual editorial de insultos aos portugueses, intitulado Os amigos da desgraça visando a comunicação social, a que chama "a imprensa do Rossio".

domingo, 3 de abril de 2016

Angola: a invenção do ódio (VIII)


O Jornal de Angola reincide na arte do insulto a Portugal em mais um editorial intitulado Contra as ingerências que tem como pano de fundo as várias reacções no nosso país e na Europa contra a recente condenação em Angola de 17 jovens activistas angolanos, estudantes universitários, jovens dos musseques de Luanda, músicos e rappers, intelectuais de blogues e sites, que foram acusados e considerados culpados dos crimes de "actos preparatórios de rebelião e associação de malfeitores". Em Portugal houve muitas vozes que se levantaram contra o exagero das penas e os fundamentos da sentença, mas chumbou no Parlamento português um voto de condenação ao regime angolano, porque não acolheu a adesão dos partidos PCP, PSD e CDS.  Ainda assim, o editorial faz o habitual exercício retórico de "virgem ofendida", recorrendo a uma argumentação tirada decerto do manual de funcionamento de um país imaginário, que desejaria ser um Estado de Direito, mas está muito longe de o conseguir na sua prática corrente. Já para não falar do passado pós-independência e anos seguintes em que a acção do partido no poder em Angola deixa muito a desejar em termos de direitos humanos e liberdades e garantias do povo angolano. O MPLA fez dele um povo amordaçado e sujeito primeiro a massacres e depois à mais desumana miséria, crimes que mereciam a quem os praticou um julgamento à altura de Nuremberga.